terça-feira, 5 de janeiro de 2010

"2010 O ano em que faremos contato".

Arthur C. Clark que me perdoe o plágio, mas 2010 será o ano em que faremos contato...
Sim, faremos contato com uma nova realidade economica onde o Brasil deixa de ser coadjuvante para ser protagonista. Não é marola não...vem aí uma grande onda, e nela surfarão aqueles que estiverem preparados e dispostos, pois o mercado não é para indispostos.
Aqueles que se livrarem do ranço das reclamações infinitas e que acreditarem que podem e devem transformar os seus negócios irão se fartar de uma economia no minimo crescente. É assim que vejo 2010, com um enorme otimismo de quem já viveu Cruzados, Confiscos, URV`s, etc..etc...etc...
2010, tem tudo para ser um grande ano!
Feliz 2010!!!

domingo, 13 de dezembro de 2009

Cadê a Cliente?

Como todos os anos, dezembro é o grande mês das vendas. Mas no Bom Retiro a coisa é diferente. Conhecido nacionalmente pela rua José Paulino, o Bom Retiro se notabilizou por oferecer preços extremamente competitivos, pois normalmente várias empresas vendem no varejo com preços de atacado (para pequenas quantidades). As clientes durante todo o ano lotam as ruas do Bonra em busca de grandes oportunidades, onde associam moda e preço, mas no Natal este comportamento não se confirma. Já estou a cinco anos no Bom Retiro, e todos os anos a história se repete...Cadê as Clientes? Acho que estão nos shoppings, que oferecem melhores condições de conforto e praticidade, mas sem dúvida preços muito mais elevados!
Talvez esteja na hora dos lojistas do Bom Retiro se unirem em torno de uma campanha que mostre para as clientes, que o Bonra, mesmo na Natal, continua sendo uma grande opção!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

O atendimento igual!

"Tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais", está frase é de Aristóteles, e cabe perfeitamente quando falamos de atendimento no varejo.
Qual a melhor forma de atender a cliente?
De que maneira surpreende-la positivamente?
Como atender de maneira igual, pessoas cada vez mais diferentes?
As empresas treinam de maneira coletiva, para atender pessoas cada vez mais individualizadas (mesmo na moda).
O atendimento tem que ser flexivel, assim como a régua de Lesbos de Aristóteles. Flexibilidade, implica em mais tolerância, menos preconceitos, mais respeito as diferenças.
Em uma era onde a cliente sempre tem razão, ainda nos deparamos com atitudes de extremo desrespeito em algumas lojas, e a consequência disso são ex clientes, e muitos problemas!
Talvez o varejo precise de mais filosofia...Aristóteles neles!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Pão de Açucar/Bahia, mais uma grande fusão!

O movimento de fusões é natural dentro de uma economia globalizada. Mas sinceramente, vejo isso com ares de preocupação, pois pode estar sendo muito prejudicado o movimento da livre concorrência. Não tenho dúvidas que o mais profissional segmento do varejo, esta no segmento de hipermercados, eles dão um banho de gestão, até por isso cresceram tanto e continuam crescendo.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

O compromisso nunca pode ser com o erro.

Percebeu que errou, corrija, mesmo que isso signifique pra você um arranhão na sua imagem.
No final de 2007, resolvemos que deveríamos abrir lojas no Brás em São Paulo... e abrimos logo duas, uma na rua Miller e outra na rua Oriente. Foi um grande erro de estratégia, o Brás não está de acordo com o que queremos para a marca Triângulo, o resultado acabou não vingando e aí é que começa a novela. Como fechar uma loja que representou tanto investimento financeiro e de tempo? Como assumir que foi cometido um erro? Como dar o braço a torcer? Bem, a loja da rua Miller foi vendida e a da rua Oriente mudamos a operação, a marca, acertamos o target e estamos colhendo excelentes frutos.
Se ficassemos presos e comprometidos com o erro, com medo de arranharmos a imagem ou coisa parecida, estaríamos privilegiando o prejuízo e isso a empresa não pode aceitar.
O compromisso é com o certo, mesmo que para isso precise de mudanças radicais!

sábado, 26 de setembro de 2009

Varejo com conteúdo.

No varejo, não existe espaço para devaneios, utopias ou coisas parecidas. O varejo é fato.
Rápido em suas reações o varejo, não admite teorizações, mas não descarta estudos, observações. Na ponta da cadeia, o varejo é o primeiro a sentir todo e qualquer efeito econômico. Uma pena que muitos profissionais encarem o varejo de maneira tão amadora, pois acreditam que loja não é vocação, é falta de opção, é trabalho temporário.
A profissionalização do varejo, mesmo que tardia, está acontencendo. Vivemos a era da prestação de serviços, assim como a tecnologia foi direcionada para a produção, a hora agora é do avanço tecnológico da prestação de serviços. E o varejo é o centro destes serviços, consequentemente é o centro das atenções, no agora e no futuro próximo.
Tudo que é produzido, precisa ser vendido, por isso o varejo e tão importante.
Varejo consciente é varejo profissional, é varejo desenvolvido tecnológicamente, é varejo com conteúdo.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Decifrando os sinais.

O mercado não está nada fácil. Mas o mercado nunca para de emitir sinais, ruídos, que se bem interpretados podem conduzir ao sucesso.
Alguns profissionais, diferentemente da maioria, estão sempre muito atentos aos sinais do mercado e conseguem rapidamente decifrá-los, arrancando na frente da concorrência que letárgica demora muito para seguir o chamado movimento da manada...
É preciso estudo, dedicação, análise profunda e sincera, livre das predileções e paradigmas, para que o entendimento seja o mais correto.
Portanto, vamos ao estudo, pois o mercado não para e os sinais estão aí o tempo todo a nossa disposição!