terça-feira, 28 de julho de 2009

Chegamos ao Shopping!

Bem, como colaborador da Triângulo moda, desde o início do meu trabalho, sempre tive o sonho de levar a Marca Triângulo direto à consumidora final.
Saímos de Monte Sião, onde eramos referência e viemos pra São Paulo, mais precisamente para o Bom Retiro. Mantivemos o nosso formato, com foco mais centrado no atacado e praticando a tão falada modalidade: atacarejo. Fomos para os Jardins, na Pamplona, e lá a Triângulo experimentou o varejo puro.
Depois de muitos erros e acertos, abrimos recentemente (dia 18/07/2009), nossa primeira loja em um Shopping Center. Nestes primeiros dias de trabalho, posso afirmar que a experiência tem sido um enorme sucesso. Recentemente ouvi a seguinte frase: "Quem manda no jogo é o varejo!". É com ele que vamos enfrentar os novos tempos, é com ele que pretendemos ganhar o jogo. A Triângulo caminha para se transformar em uma grande marca. Os próximos movimentos...quem sabe...serão franqueados!

terça-feira, 7 de julho de 2009

E o frio aqueceu as vendas!

Junho foi bom! O frio aqueceu as vendas que vinham em baixa nos meses de abril e maio.
Infelizmente, as liquidações já começam a incomodar, a concorrência que administra mal seus estoques já esta detonando os preços e jogando a margem ralo a dentro.
Será que algum dia irão aprender a administrar o VEM - venda, estoque, margem?
Tomara que sim, pois os bons não podem continuar a pagar pelos maus!

domingo, 7 de junho de 2009

Oba...oba...chegou quem faltava!

Chegou quem faltava...O frio! E com ele as vendas.
Estava mais que na hora!

sábado, 6 de junho de 2009

O fim do atacarejo!

"É o fim do atacarejo", palavras de Abilio Diniz. A modalidade "atacarejo"tem os seus dias contatos, quem aproveitou a onda, aproveitou, quem não aproveitou não aproveitara mais, pelo menos a médio e longo prazo.
Sem dúvida, a modalidade do atacarejo teve um impacto interessante junto aos consumidores, porém a longo prazo tende a ser prejudicial às empresas, uma vez que as margens vão se reduzindo. Para atrair o consumidor a aumentar seu volume de compras, oferecem-se produtos com preços reduzidos desde que a quantidade comprada de um mesmo item seja maior. Troca-se margem por volume de vendas.
Teoricamente ao aumentar o volume de vendas, aumentam na mesma proporção os custos operacionais para suportar a demanda...Mais gente, mais espaços, mais logística envolvida.
Na contramão disso tudo a margem não aumenta, pelo contrário, tende a ser cada vez menor, pois o consumidor passa a exercer uma pressão cada vez maior para redução dos preços e das quantidades a serem compradas.
Na epoca de vacas magras, de crise, o empresário tentado (ou deseperado) a aumentar as vendas reduz as quantidades exigidas para obter o beneficio do preço de atacado...lá se vão margens e volume de vendas. É uma grande armadilha, que as empresas já perceberam ou melhor sentiram não só na pele, mas sentiram na carne...Varejo é varejo, atacado é atacado!

terça-feira, 19 de maio de 2009

Cadê o frio?

Já passamos da primeira metade de maio e cadê o frio?
As empresas de moda estão antecipando cade vez mais as suas coleções...em janeiro já tinhamos inúmeras lojas no Bom Retiro oferendo suas coleções de inverno.
Inverno em janeiro? Antes do carnaval?
Cadê o clima?
Pois bem, até o momento o frio não deu o "ar da graça", com exceção do último final de semana (dias 15,16 e 17), os termometros não ajudaram em nada a venda dos produtos de inverno!
Tudo indica que o frio virá, e deverá permanecer, mas tardiamente (ou sei lá, talvez na hora que realmente deva aparecer.). O grande problema é que já tem gente colocando "Liquidação de inverno" em suas vitrines...Ora, ora, ora, não tivemos o gostinho da venda de inverno ainda, e já estão falando em liquidar. No momento em que deveríamos vender com margem, pois o clima ajudaria, vamos ser obrigados a seguir este mercado louco de antecipações e detonar os preços e com eles a lucratividade.
É preciso bom senso, senão vamos lançar a coleção de verão no momento em que os termometros apontarem para as baixas temperaturas.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

A força do varejo!

Os números do varejo estão na contra-mão da crise. Indices positivos mostram que o varejo está conseguindo driblar a crise.
Nós da Trinângulo Moda, estamos investindo no segmento e em breve iremos inaugurar mais uma loja, desta vez em um conceituado shopping em São Paulo.
Trata-se de um avanço estratégico e planejado na direção de nos consolidarmos como Marca e aproximá-la cada vez mais do público consumidor. É uma atitude de coragem diante de um cenário de tantas incertezas. Mas para nós continua valendo a máxima de que: "Quem não cresce, encolhe!".

domingo, 29 de março de 2009

Rede de lojas Ponto Frio volta a se colocar à venda!

GUILHERME BARROS
Colunista da Folha de S.Paulo

A Ponto Frio informou a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) sobre a intenção de venda da rede de lojas. Lily Safra, viúva do bilionário banqueiro Edmond Safra e acionista majoritária da rede, já tentou negociar as lojas há cerca de dois anos.
A iniciativa foi retomada, agora, diante das dificuldades de sucessão do negócio. O banco Goldman Sachs foi contratado para efetuar a venda.
No comunicado ao mercado, a Globex Utilidades (companhia que opera a marca Ponto Frio) informou que, "segundo informação dos acionistas controladores, até a presente data não foi recebida qualquer proposta firme e vinculante para a aquisição do controle".
Em dezembro de 2007, a Ponto Frio também anunciou plano de venda, mas desistiu com o preço das ações em queda. Pouco antes, a empresa efetuou uma reestruturação organizacional, para reduzir diretorias e 250 funcionários da administração. A medida, segundo a empresa, teve por objetivo simplificar e acelerar os processos decisórios e a gestão da rede.
O objetivo, conforme orientação do Goldman Sachs, é fazer a venda do controle da empresa e não uma OPA (oferta pública de ações) --mesma recomendação feita pela instituição financeira na tentativa anterior de venda da rede de varejo.
Na ocasião, o dólar transitava na casa dos R$ 1,80 e a ação da empresa era avaliada em R$ 20. Agora, a divisa norte-americana está cotada em torno de R$ 2,30, e a ação do Ponto Frio, em R$ 5.